domingo, 25 de dezembro de 2011

Único



Adoro seu jeito de me fazer sorrir mesmo quando estou chateado com você. Adoro quando mexe no meu cabelo e peço pra que deite por cima de mim. Adoro quando ”discutimos”, e nus calamos com um beijo. Por falar nisso, eu adoro seus beijos. Adoro o jeito como você me puxa pela cintura. Adoro o jeito como você me abraça e faz com que eu me sinta seguro. Adoro seu cheiro, e adoro quando seu perfume fica impregnado nas minhas roupas. Adoro segurar sua mão. Adoro ficar fazendo amor com você até amanhecer. Adoro dormir abraçado contigo. Adoro quando me acorda com um beijo e te vejo sorrindo com cara de sono. Adoro suas idiotices, e as piadas sem graça que você faz. Adoro o modo como você me olha, e me chama com esses apelidos bobos. Adoro quando me chama de meu brancão, meu bebê, meu... Adoro nossas piadas internas, porque é uma coisa nossa, que ninguém mais entende. Adoro quando você me diz que tudo ficará bem. Adoro seus elogios, meio atrapalhados. Adoro seu jeitinho bobo. Adoro pensar em você a noite toda. Odeio brigar, mas adoro nossas reconciliações. Adoro compartilhar segredos, e saber talvez que eu sou o único que sabe daquilo. Adoro saber que sou o primeiro. Adoro pensar que talvez seja o único. Adoro te ter aqui. Adoro poder te tocar, te beijar, dizer que te adoro. Ah, eu adoro quando você diz que me adora. Adoro saber que você é meu. Adoro ser seu, por completo. Adoro tudo o que você é.
EU ADORO VC.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Sangra


Meu coração que às vezes parecia tão de lata, tão sangrado e de veze quando parecia até um nó de gravata, já não servindo de mais nada, aparece você violentamente, sem pedir licença, com força, pesado, me fazendo ficar assim mais duradouro, mais de olho aberto pra ti, pra vida que às vezes parece tão insignificante, mas é tão bela também. Aparece você que tem as mesmas fantasias, os mesmos desejos e que parece ter também um peito de lata e um coração sangrado. Aparece você que parece tão eu assim, às vezes nada, às vezes tudo. Aparece você que parece tão eu, saindo por aí, procurando. Procurando algo que está bem em nossa frente, mas não nus damos conta. Ficamos tentando consumir algo. Tentando absorver alguém, alguém assim apaixonante, alguém assim bem completo. Bem tudo! Assim como nós.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Saudade Faminta


Às vezes minha saudade é faminta demais e dói; Saudade angustiada, angustiada até demais, uma coisa sôfrega, sem esperas e sem calúnias. Às vezes tenho sensação de que você não vai mais volta. De que não irei mais ouvir seu risos juntos aos meus, sentir sua pele encosta a minha, e seus beijos por toda ela me fazendo o corpo inteiro arrepiar, com sua respiração ofegante me deixando completamente sem forças para nada, somente para respirar. Saudades de quando nus lambuzávamos de prazer, quando fortes gemidos nus fazia enlouquecer e estremeciam nossos corpos nus fazendo gozar. Gozar, e ficar ali mesmo, parados, sem ao menos se mexer, somente sentindo nossos corações acelerados bater e sentir um o corpo do outro o preenchendo por completo, com a respiração cansada e ofegante sem ter forças para nada. Estou com saudade meio faminta que dói tanto quanto uma bofetada na cara ou um pensamento ruim no fim do dia.